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A Maior Oferta

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“Pode um homem roubar de Deus? Contudo vocês estão me roubando. E ainda perguntam: ‘Como é que te roubamos? ’ Nos dízimos e nas ofertas. Vocês estão debaixo de grande maldição porque estão me roubando; a nação toda está me roubando. Tragam o dízimo todo ao depósito do templo, para que haja alimento em minha casa. Ponham-me à prova”, diz o Senhor dos Exércitos, “e vejam se não vou abrir as comportas dos céus e derramar sobre vocês tantas bênçãos que nem terão onde guardá-las. Impedirei que pragas devorem suas colheitas, e as videiras nos campos não perderão o seu fruto”, diz o Senhor dos Exércitos. “Então todas as nações os chamarão felizes, porque a terra de vocês será maravilhosa”, diz o Senhor dos Exércitos.” Malaquias 3:8-12

O texto acima é muito usado para falar sobre dízimos e ofertas. Neste artigo, quero falar dele dentro do contexto do livro do profeta Malaquias. O período profetizado por esse profeta é o pós retorno do cativeiro babilônico. A situação era que Israel continuava dominado por outra nação, com realidade bem diferente dos tempos gloriosos anterior ao cativeiro.

Essa situação colocou o coração do povo em prova quanto à obediência e o amor a Deus. A questão sobre o “roubar Deus” nos dízimos e ofertar era uma das consequências da situação em que viviam. Vamos observar alguns textos do livro…

No capítulo um, Deus aponta a maneira desprezível que o povo escolhia os animais para o sacrifício. Animais aleijados e doentes eram sacrificados quando a lei prescrevia que os animais deveriam ser sem defeitos (Malaquias 1:6-8). Isso lembra os crentes que tratam Deus como um qualquer, dando o pior da sua capacidade, tempo e oração para Ele.

No mesmo capítulo, Deus chama o povo de enganador por prometer um sacrifício conforme a lei mandava, mas na hora traziam animais roubados, defeituosos e doentes (Malaquias 1:13-14). Algo bem parecido com nossos dias, quando na hora do sufoco vota-se algo ao Senhor, mas depois da situação resolvida esquece-se ou muda-se o voto para algo menor ou mais simples.

No capítulo dois, Deus reclama da falta de fidelidade no casamento. Os homens estavam divorciando-se de suas mulheres por qualquer motivo, desprezando o voto de fidelidade do casamento feito diante de Deus (Malaquias 2:14-16).

A pergunta é: Qual a razão para tanta indignação do Senhor diante de tantas condutas reprováveis do povo e porque elas estavam acontecendo?

A resposta é simples, o povo estava fazendo as coisas por fazer, como um simples ritual. O coração do povo não estava voltado para o Senhor. Eles não reconheciam o amor de Deus por eles naquele momento que viviam. Fato é que Deus começa falando pelo profeta a cerca do amor que sentia por Israel (Malaquias 1:1-3).

Então é preciso que você entenda que a primeira coisa que precisa ser ofertada ao Senhor é o teu coração. Qualquer coisa que você venha a oferecer ao Senhor, seja finanças, tempo, capacidade ou qualquer outra coisa, se não for motivado por um coração entregue a Deus de nada adiantará, pois será somente algo ritualístico.

Voltando ao texto base, quando Deus fala do “roubar Deus” nos dízimos e ofertas, está dizendo sobre a falta de confiança que o povo tinha em Deus para suprir suas necessidades. Em Malaquias 3:10, Deus chama o povo a trazer seus dízimos e ofertar a “casa do tesouro” e depois fazer prova Dele. Por que a necessidade de se fazer prova do Senhor? Porque o povo estava retendo os dízimos e ofertas por não crer no coração que teriam suas necessidades supridas por Ele.

Talvez seja esse o grande motivo pelo qual os crentes retem suas contribuições na obra de Deus e na ajuda aos necessitados. Em nosso tempo a única motivação dos crentes para ofertar e dizimar é o retorno que terão através das bençãos prometidas pelos falsos profetas.

Nada terá valor diante de Deus se não for feito por um coração cheio de amor por Ele. Ainda que o crente passe o dia todo na igreja, vá a todos os cultos, leia a bíblia 10x por ano e dê todo o seu dinheiro na igreja. Como diz 1 Coríntios 13, sem amor, de nada aproveitaria.

Por mais que os lobos vestidos de pastores ensinem o povo a dar para fugir da maldição, na verdade, estarão se enganando por achar que podem dar algo a Deus sem dar o coração em primeiro lugar.Essa é a grande diferença com os cristãos de Atos 4:32-35.

Saiba que Deus não precisa do seu dinheiro. Aliás, tudo é Dele e Dele você recebeu tudo o que tem. O que importa para Deus é o quanto você está disposto, de coração, em abrir mão do que possui para suprir a necessidade de um irmão ou o quanto você se importa em investir na pregação do Evangelho.

Paz!

Pr. Luciano Thomé

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  • Feliz é aquele que nada tem e serve a Deus. Esse sim vive pela fé e pelo amor. Assim pode repousar tranquilamente pois não tem nada a temer.

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